Capacitação Profissional

Capacitação Profissional

“A cooperativa é a empresa do futuro, pois ela exige responsabilidade, comprometimento e participação de todos os cooperados.“
O trabalho cooperado significa, para nós, um grande crescimento, pois investimos constantemente em capacitação profissional, aprimorando nossas atividades e a gestão de negócios. Este é o grande desafio que nos impulsiona: trabalhar coletivamente; colocamo-nos com espírito alegre e buscamos a contribuição livre e inteligente da iniciativa individual de nossos cooperados.
Nesta dinâmica, surgem espontaneamente lideranças, novas idéias, novas exigências: “A verdadeira liderança”. ”Não é questão de cargo ou função, mas de capacitação e autoridade conquistada pelo mérito”. Como bem disse o consultor em desenvolvimento de pessoas e organizações, Sr. Ronaldo Negromonte, “a verdadeira liderança sempre começa dentro de nós mesmos. No exercício da auto liderança. Inata em alguns, nasce também do esforço voluntário e contínuo, na descoberta e no desenvolvimento de valores que formam a individualidade. Condensa-se nessa capacidade de gerenciar a própria vida com inteligência e equilíbrio, mostrando originalidade e coerência nas ações para inovar, abrir os próprios caminhos e ensinar os demais a fazer o mesmo.

Citações:Ronaldo Negromonte, Sescoop/ MG

Voce é Pipoca ou piruá?

MILHO DE PIPOCA – Rubem Alves

Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.

Assim acontece com a gente.
As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira.
São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa.
Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.
Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor.
Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder emprego ou ficar pobre.
Pode ser fogo de dentro: pânico, MEDO, ansiedade, depressão ou sofrimento,
cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo!
Sem fogo o sofrimento diminui.
Com isso, a possibilidade da grande transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez
mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer.
Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um
destino diferente para si.
Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela.
A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.
Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece:BUM!
E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela
mesma nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a
estourar.
São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a
mudar.
Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas
serem.
A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura.
No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira.
Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém.

COOPERATIVISMO

O maior desafio que se contrapõe à humanidade é aprender coletivamente. As barreiras atuais somente poderão ser rompidas através da organização das pessoas.

O mundo atual é o da era tecnológica, da trabalhidade, da retenção de talentos, da busca de conhecimentos com visão ampliada junto a outras pessoas para acompanhar as constantes mudanças.

Vivemos uma nova realidade, mais rápida e objetiva. Gerações passadas e até mesmo recentes, focaram seus objetivos na procura de emprego. Sabemos que não haverá colocação para todos, mas sim, trabalho em comum. Este é o grande desafio do novo século.

As sociedades cooperativas nos mostram o caminho para repensar as atitudes e reaprender com os outros, aceitando as diferenças, pois não se aprende como iguais. São as diferenças que nos motivam ao aprendizado.

A sua essência está na auto-gestão do cooperado, onde cada profissional representa a cooperativa, com empreendedorismo, autonomia e independência no exercício pleno de sua cidadania.

“Texto baseado no conteúdo da palestra do Prof. Nemízio Antônio de Souza (OCEMG) – Motivação e Cooperativismo” 24-07-08
Eliane Silveira

Curso de Formação de vendedores no ramo de atacado de moda

Curso de Formação de Vendedores no ramo de Atacado

Valores:

RS 250,00 à vista
R$ 276,00 a prazo, sendo uma entrada, 30 e 60 dias no cheque.

Duração do curso: 10 dias.

Inscreva-se.

Maiores informações: Coopermoda (Luciana) – 31 2551.5729
31 9831.0372

Curso de Formação de vendedores no ramo de atacado de moda

Fique por dentro do que acontece no mercado da moda no Brasil.Conheça os pontos de venda de Belo Horizonte.Saiba como ingressar no ramo de moda e utilizar as técnicas de vendas voltadas para o atacado.Aprenda a usar as ferramentas adequadas para vender mais e melhor.Adquira os conhecimentos necessários para atuar no ramo da moda mineira.Saiba quais são as atitudes e comportamentos que levarão ao sucesso no comércio de vestuário.Conquiste e mantenha clientes com ações simples e eficazes.

Modulo I: O mercado de Moda- Histórico de Minas Gerais no ramo de modas;- Tipos de empresas e formas de vendas;- Desenvolvimento de coleção;- Coleções (tempo, duração, características específicas);- Cronograma da moda;- Eventos nacionais e internacionais;

Modulo II: Vendas- Conceitos- Indicadores de desempenho- Técnicas de vendas- Como começar a construir a sua carteira de clientes- Como vender mais para quem já é seu cliente- Como reconquistar quem deixou de ser seu cliente.- Como encontrar novos clientes

Modulo III: Vendedores- Como se apresentar em uma entrevista de emprego;- Características e conhecimentos necessários;- Comportamento e Atitudes- Remuneração do vendedor (metas)

Modulo IV: O Cliente- Técnicas de Vendas e Atendimento- Ações para conquistar

Modulo V: Marketing- Princípios de Marketing- O Marketing ao alcance de todos- Marketing Pessoal- A Ética e a construção da imagem profissionalInformações e Inscrições: Coopermoda

E mais:Marketing pessoal, Ética e empreendedorismo nas vendas.Casos reais de sucesso e crescimento.

Período: 29 de setembro a 10 de outubro de 2008De segunda a sexta-feiraDe 19:00 às 22:00Rua João Lucio Brandão, 183 – Prado.Centro de Estudos e Treinamento da Decta Gestão Contábil.

Inscrições: entre em contato com a Coopermoda

Oferecemos:Cadastramento de currículo e possibilidade de indicação para empresas do ramo.

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NEGÓCIOS DE MODA
Pela quarta ou quinta vez consecutiva observo o término de uma coleção e a expectativa da chegada de outra coleção com as mesmas dificuldades e frustrações de coleções passadas. Eu me pergunto: como é que um segmento da economia que movimenta milhões de dólares por ano e emprega milhares de pessoas no país todo, ainda consegue cometer os mesmos equívocos de estratégia?
Vivemos num país tropical, com temperaturas elevadas durante a maioria dos meses, e a cada ano que passa o “frio” demora mais para chegar, dura menos tempo e nem sempre vem. Mesmo assim, fazemos lançamento de coleções de inverno em janeiro, para entregar as roupas em março, abril, maio e parte de junho. Durante a primeira semana de março, é impossível prestigiar todos os desfiles de lançamento de “inverno” das butiques na capitais e no interior. Tudo é feito como se a temperatura ambiente não tivesse a menor influencia nesse negócio. Até quando vamos lançar inverno no verão e fazer previsões de vendas baseadas em fatores sobre os quais não temos controle?
Parece absurdo, mas ainda não terminou. Não satisfeitos com isso, seguimos usando a mesma estratégia nos lançamentos de verão. Estamos em maio e o circo da moda já começa a ser armado para mais um espetáculo: o lançamento das coleções de verão. Provavelmente, será na primeira quinzena de junho, para entrega das roupas em agosto, setembro e outubro. De tal forma que em agosto, época em que podemos ter algum frio, estaremos fazendo novas vitrines com a moda verão, mesmo que ainda não tenhamos chegado sequer a entrar oficialmente na primavera.
Diante disso, é impossível não ficar perplexa, já que ao longo dos anos transformamos o calendário da moda na mais poderosa arma contra os negócios de moda. A nossa estratégia consegue prejudicar todos os segmentos envolvidos, chegando inclusive a atingir o consumidor final.
As fábricas se obrigam a fazer coleções cada vez com maior antecedência, trabalhando com prazos de entrega cada vez menores. Para cumprir esses prazos exíguos, são forçadas a contratar mão-de-obra adicional e pagar hora-extra nos meses de entregas. Mas passado esse pique, não há o que produzir já que grande parte trabalha com pedidos e deve esperar pelo próximo lançamento, quando virão os novos pedidos.
As lojas, por sua vez, lançam roupas incompatíveis com o clima no momento do lançamento, causando muitas vezes verdadeiros constrangimentos. Isso não seria problema, se não estivéssemos falando de negócios. O caso é que na hora de ganhar dinheiro com a venda de roupas, já que esse é o propósito de uma loja que comercializa moda, o dono do negócio está liquidando o seu estoque (e como se isso fosse normal). O absurdo é o mesmo se pensarmos em liquidação de ovos de páscoa quinze dias antes da Páscoa, ou liquidação de panetone e peru no início de dezembro ou ainda liquidação de livros e cadernos didáticos no principio do ano.
Pasmem…mas é isso que estamos vivendo!
Quanto ao consumidor, num primeiro momento podemos pensar que é ele é o único da história que sai ganhando. Ledo engano. Seduzido pela novidade e ainda “temeroso” de que aquilo que ele deseja possa se esgotar (seqüelas do período inflacionário), ele compra a roupa no lançamento (aquele fora da época) e muitas vezes acaba de pagar essa roupa sem ter tido oportunidade de usar porque o clima não ajudou. Outras vezes, corre o risco de ter um verdadeiro ataque cardíaco de raiva, quando encontra a “sua roupa”, que ainda não acabou de pagar, pela metade do preço que comprou, já que as liquidações estão acontecendo cada vez mais cedo.
Fatos como esses já seriam suficientes para inúmeras reclamações no Procon, e no entanto o prejuízo do consumidor final não acaba aí. Na realidade, a mercadoria que ele compra está mais cara do que poderia ser, se considerarmos as horas-extras pagas nas fábricas e as horas ociosas pagas sem produção, apenas numa análise superficial de custo/fábrica. Nessa mesma linha de raciocínio, podemos analisar que o custo/loja está mais elevado na medida que a cada coleção o número de peças que é vendido pelo preço cheio diminui e aumenta o número de peças vendidas com preço de liquidação. Essa combinação faz com que a lucratividade do negócio fique comprometida e tem obrigado as lojas a modificar políticas de preços, aumentando o markup, o que torna muitas vezes o consumo do produto inviável.
Entramos num ciclo vicioso. Ciclo que tem levado lojistas e fabricantes a interesses opostos, no que diz respeito ao planejamento de suas estratégias: o lojista quer se comprometer cada vez menos com pedidos e com os seus fornecedores. E os fabricantes, para serem competitivos, precisam se planejar e não estão conseguindo: hora compram e produzem demais, fazendo com que muita mercadoria sobre, e hora estocam pouco, contratam menos mão-de-obra e falta mercadoria.
Esse desencontro tem criado mais espaço para oportunistas e o número de pequenos e médios
negócios de moda que estão saindo do cenário, e levando consigo milhares de postos de empregos, é cada vez maior.
Esse desabafo é fruto da minha experiência como representante comercial de moda feminina, alguém que faz a ponte entre os dois lados. Vejo, a cada nova coleção, o aumento das dificuldades daqueles que trabalham em negócios de moda, e ao mesmo tempo, a insatisfação dos consumidores que já não têm, no momento da compra de roupa, o mesmo desejo que tinham há anos atras. Esperar pela nova coleção já não é mais como antes. Nós, da moda, encantamos cada vez menos os nossos clientes. Com isso abrimos mais espaço para que outros produtos, que não roupas e acessórios de moda, ocupem os desejos de nossos consumidores.
Quando vamos modificar o curso disso? Quando não houver mais jeito? Em julho de 2001, Paulo
Borges, criador do São Paulo Fashion Week, afirmava querer “chocalhar o calendário da produção e comercialização de roupa no país”. Infelizmente ainda não fizemos nada de efetivo para isso e as conseqüências estão sendo sentidas por todos os envolvidos no segmento.
Theodore Levitt, especialista em MKT, já dizia em seu livro Marketing Myopia de 1960, que ” A diferença entre MKT e vendas é mais do que semântica. Vendas tem seu foco nas necessidades do vendedor.
MKT, nas do comprador. Vendas preocupa-se com a necessidade do vendedor em converter seu
produto em dinheiro. MKT preocupa-se com a idéia de satisfazer as necessidades do consumidor com o produto.” Será que nós, que atuamos nos negócios de moda, estamos realmente nos preocupando em satisfazer as necessidades do consumidor com nossos produtos?
Enquanto não nos conscientizarmos de que todos nós, fábricas, estilistas, produtores, lojistas,
representantes, vendedores, jornalistas de moda, mídia e outros estamos no mesmo barco, vamos continuar a remar cada qual para um lado e não chegaremos a lugar algum. É urgente que façamos uso dos princípios de Marketing para os negócios de moda. Esse é o nosso segmento, é dele que tiramos o nosso sustento. Deixemos de lado vaidades pessoais e juntos façamos algo para realmente mudar!
BETH PENTEADO – Consultora de negócios de moda, representante comercial, pós-graduada em MKT/UFMG, palestrante e autora do livro AFETO COM MKT
Contatos : e-mail bethpbp@terra.com.br
Tel : (3133444740 – 99821494)

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“Show dos Bilhões – as vitórias do Brasil na globalização”
Capa da revista Veja de 23/07/08
Abri sedenta a revista quando constatei que a Indústria Têxtil ocupa o 8o. lugar dos segmentos citados por Veja e é responsável por esse novo e positivo fenômeno.
No Nordeste, novos pólos de confecções. As malharias do Sul apertaram os preços para atender ao mercado interno. Os operários dobraram os salários. Os maquinários importados atualizaram as plantas industriais.
– O pólo catarinense expandiu sua oferta de tecidos em 90%;
– São Paulo aumentou sua produção em 85%;
– O setor têxtil responde por 3,5% do PIB;
– É o segundo maior gerador de empregos da indústria, atrás apenas do setor alimentício;
– Nesta década investiu 1 bilhão de dólares por ano em tecnologia e aumentou sua produtividade em 64%;
– Apesar da concorrência com os asiáticos, as exportações cresceram;
– Um dos grandes empregadores do país, a indústria têxtil voltou a criar postos formais de trabalho.

Enfim, as indústrias têxteis reencontraram o caminho do crescimento nesta década.

Mas, ONDE ESTÁ O PANO PARA MANGAS?
Escuto, com freqüência, reclamações das nossas confecções que não têm tecidos para atender a demanda. E o mercado interno?
A indústria têxtil está na lista dos oito grandes negócios brasileiros no exterior.
Procurei Belo Horizonte entre as CIDADES QUE SÃO NÚMERO 1 no Brasil, pois somos número 1 em, acabamento, criatividade e referência quando se trata de moda feminina no país, mas não estamos entre elas!
Será que estamos nos escondemos atrás das nossas montanhas?

Angela Sampaio – Estilista e Consultora de Moda

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FEIRA DO EMPREENDEDOR

Acontecerá no Expominas de 2 a 6 de setembro, o evento que dará oportunidade para empresários e empreendedores obterem informações sobre produtos e serviços oferecidos pelo Sebrae para a abertura e a gestão de pequenas empresas.
Informações: (31) 3269 0180
www.sebraemg.com.br
Gratuito

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COOPERATIVISMO NA MODA

“A COOPERMODA fundada em 2005 por consultores em negócios de moda de Belo Horizonte, categoria que movimenta as relações comerciais entre indústrias de confecções e lojistas do país e do exterior, pretende incluir como cooperados os prestadores de serviços tais como: estilistas, designers, modelistas, produtores, fotógrafos, jornalistas, entre outros profissionais autônomos ligados à moda”.

Além de promover a integração do segmento, incrementando as relações entre os profissionais e os tomadores de serviço, disponibilizará assim um valioso banco de dados, seguindo sempre os princípios cooperativistas: adesão voluntária e livre, gestão democrática e capacitação.

É uma de nossas metas ao desenvolver negócios, gerar riquezas e compartilhar resultados.
Nossa tarefa não é pequena: queremos participar ativamente da economia de Minas Gerais, fortalecendo-a e transformando a COOPERMODA em referência no setor da moda nacional”.

atendimento@coopermoda.com.br

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