Capacitação de Vendedores no Ramo de Atacado de Moda

Capacitação de Vendedores no Ramo de Atacado de Moda

Público Alvo: Vendedores e funcionários que prestam atendimento ao cliente e que desejam adquirir novos conceitos e práticas que levam a valorização profissional;
Vendedores que desejam ingressar no ramo de atacado de moda.

  • Conteúdo
    Modulo I: Vendas
    Conceitos;
    Indicadores de desempenho em vendas;
    Técnicas de vendas;
    Como começar a construir a sua carteira de clientes;
    Como vender mais para quem já é seu cliente;
    Como reconquistar quem deixou de ser seu cliente;
    Como e onde encontrar novos clientes.

    Modulo II: Vendedores
    Como se apresentar em uma entrevista de emprego;
    Características e conhecimentos necessários;
    Comportamento e atitudes;
    Marketing pessoal;
    A Ética e a construção da imagem profissional.

    Modulo III: O Cliente
    Técnicas de vendas e Atendimento;
    Ações para conquistar e encantar o cliente.

    Modulo IV: Marketing
    Princípios de marketing;
    O Marketing ao alcance de todos;
    As Ferramentas para aplicação do Marketing.

Informações e Inscrições – Coopermoda
(31) 2551-5729 ou 9831-0372 – Luciana.
Rua Rubi, 381. Prado.
atendimento@coopermoda.com.br

Período: 23 de Março a 03 de Abril de 2009. Segunda a sexta-feira de 19:00 às 22:00 h. Carga horária: 30 horas aula.

Local do curso: Rua João Lucio Brandão, 183 – Prado. Centro de Estudos e Treinamento da Decta Gestão Contábil.
Valores: R$345,00 – (Uma entrada, 30 e 60 dias). a vista 10% desconto

Congratulações

Moda Minas

Att. Dauro A. Andrade

Sentimo-nos envaidecidos por fazer parte do seu grupo de parceiros. Congratulamos pelo esmero e conteúdo da 6ª. Edição do Guia Moda Minas.

Sua iniciativa profissional, fortalece e nos estimula à continuidade. A nossa responsabilidade aumenta na medida dos bons resultados alcançados.

Desejamos à sua equipe todo o sucesso merecido. Conte com a nossa cumplicidade.

Equipe Coopermoda.

Lançamentos

Feiras diversas espalhadas em São Paulo, além dos eventos como o Fashion Business, SPFW, Galeria (que acontece na Daslu), Galpão 8, Jóquei, Mob (moda no museu), Frei Caneca e tantos outros que desde início de janeiro até fevereiro estão movimentando o mercado de moda do Brasil.
Empresas brasileiras participam desses eventos, formando um mix de grifes que apresentam suas coleções inspiradas nas tendências de moda de inverno, além de cultura e arte, nos segmentos: festa, moda feminina, calçados e complementos.
Nota-se que o investimento das confecções mineiras é cada vez maior! Simultaneamente participam dos eventos em Estados diferentes, além de espaços paralelos na mesma cidade!
O comprador avalia os produtos sob do ponto de vista da qualidade do material, estilo das peças, modelagem, cartela de cores, design e preço. As marcas mineiras, numa participação diferenciada primam nesses itens e festejam seu sucesso!
Observei que acontecia em São Paulo, seis feiras naquela semana! O lojista estava confuso! O movimento em ziguezague na ponte aéreo Rio/São Paulo e na cidade visitando as feiras para concluir os seus pedidos.
A intenção não é criticar ou aprovar a participação nas feiras, a proposta é ajudar e orientar o lojista.
Grande investimento para abastecer e incrementar suas boutiques!

Ângela Sampaio – Consultora de moda
Coopermoda

“O luxo é um mercado em pleno crescimento”

No Minas Trend Preview a coordenadora de moda da Associação Brasileira da Ind. Têxtil (Abit), Ellen Massucci Leite, fez palestra sobre as tendências de Inverno 2009.
A frase acima reflete uma característica marcante nas confecções mineiras, que estão num lugar impar, quando o assunto é roupa de festa!
O mercado de luxo cresceu em 2007 3,5%, 40% dos franceses compraram pelo menos um produto de luxo no ano passado e não é só na França que o mercado de luxo cresce, é puxado também por países emergentes como a Índia, China, Rússia e Brasil.
A oferta de produtos é variada, incluindo bebidas, vestuário, perfumes, cosméticos, relógios e jóias.
Esses consumidores são motivados por diversos fatores que vão desde o simples prazer de comprar, até a obtenção de status e prestígio social.
Precisamos criar estratégias para atrair consumidores de artigos de luxo, pois não ficamos acanhados com nossas confecções que produzem maravilhosas roupas de festa, exportando inclusive para os Emirados Árabes como a mineira Eliane Matos.

Sem proteção, moda brasileira vira alvo da pirataria no exterior

Um negócio que rendeu US$ 4,8 bilhões ao Brasil nos primeiros dez meses de 2008 corre sério risco. São as exportações da indústria têxtil, de couro e calçados, que vem sofrendo duros golpes da pirataria. Afinal, sem proteger marcas, patentes e designs dos produtos no exterior, é muito mais difícil provar que aquela criação lhe pertence, abrindo um caminho livre para a cópia. Para dar uma idéia do problema, só no Brasil os piratas consomem R$ 6 bilhões por ano da indústria da moda.

Com esta preocupação, o INPI contará com um estande na próxima edição do Fashion Business, de 13 a 16 de janeiro, no Rio de Janeiro. Os técnicos vão explicar ao público como registrar marcas e desenhos industriais, além de obter patentes, no Brasil e no exterior. Durante o evento, o especialista Schmuell Lopes Cantanhêde dará uma palestra, no dia 15, às 18h, no Salão Multiuso, sobre o registro em outros países.
– Muita gente não sabe proteger suas marcas no exterior e isso se torna complicado para quem quer exportar. É uma porta aberta para a pirataria – comentou Jorge Ávila, presidente do INPI.
Os números são claros sobre o problema. Enquanto, em 2006, por exemplo, foram depositadas 94.660 marcas no INPI, incluindo os depósitos de estrangeiros, os pedidos de marcas brasileiras não passaram de 327 na Europa e de 445 nos Estados Unidos. Este número fica em apenas 73 na China e 36 na Austrália. Até mesmo na vizinha Argentina, os depósitos de marcas brasileiras não passaram de 802, de acordo com dados de 2006.
Em relação ao Desenho Industrial, a situação não é diferente. Num ranking de registros nos Estados Unidos, o Brasil ocupa o 25o lugar, com apenas 291 depósitos, atrás de países como Luxemburgo, Cingapura e Israel. Enquanto isso, no INPI, os brasileiros depositaram 3.557 pedidos de design só em 2006.
E o processo nem é tão complicado quanto pode parecer. No Escritório de Harmonização do Mercado Interior (OAMI, na sigla em espanhol), a autoridade européia de marcas, o depósito pode ser feito pela Internet e custa cerca de R$ 1.930. A questão, para muitos empresários, é descobrir a importância do registro.
– Com o uso da propriedade intelectual, a empresa pode ser mais competitiva, fazer parcerias e expandir seu mercado – concluiu Ávila.

(Contribuição Escritório Albino Advogados)

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Vestidos vão roubar a cena no inverno

Vestidos vão roubar a cena no inverno

Esta é a aposta de estilistas mineiros que apresentam suas coleções na 14ª edição do Fashion Rio

JULIA GUIMARÃES

Todo ano a história se repete. Mal janeiro começa e os olhares da moda já se voltam para o Rio. Afinal, é lá que se inicia o calendário internacional de desfiles, via Fashion Rio.

Com a presença de quatro grifes mineiras – Victor Dzenk, Graça Ottoni, Coven e a estreante Printing – a 14ª edição do evento abre suas portas neste domingo (11) e segue até a próximasexta, dia 16,comcoleções do outono-inverno 2009.

Nas previsões dos estilistas mineiros, a temporada mais fria do ano será marcada pela presença maciça de vestidos – que roubam a cena das calças -, além de muitas sobreposições, adereços e uso de tecidos leves.

“Acredito muito nessas sobreposições pequenas, como mini-coletes, jaquetinhas, lenços e xales usados por cima de vestidos. O trench coat também virá muita força”, destaca o estilista Victor Dzenk, que terá a banda argentina Ultratango em seu desfile.

Estréia

Pela primeira vez no Fashion Rio, a Printing também aposta nas sobreposições, através de um jogo de textura entre tecidos e estampas.

“Exploramos o contraste entre luz e sombra nas estampas”, adianta Márcia Queiroz, coordenadora de estilo da grife. Oambiente rústico do Centro Cultural Ação Cidadania foi o cenário escolhido para o desfile da marca.

VICTOR DZENK

Peças -chave. Mini e maxi vestidos; coletes, falsas golas, lenços.
Tecidos. Jerseys, sedas, couro, tricô, crochê e acetato.
Cores. Beges, pretos e vermelhos-tango
Estampas. Sol da bandeira da Argentina em patchwork, leopardos e skylines de Buenos Aires.

COVEN

Peças-chave. Calças estilo montaria com recortes esportivos, jaquetas e casacos em tricô
Tecidos. Tricô (explorado em variações de fios como Oyster e Mallorca, num jogo de ilusionismos)
Cores. Preto, laranja, marinho, marrom, verde spray
Estampas. Cavalos

PRINTING
Peças-chave. Vestidos no joelho; calças acima do tornozelo e casacos.
Tecidos. Crepes e jacquards de seda, acetato e alfaiataria masculina
Cores. Verdes, vinhos, púrpura, ocre, preto e basalto
Estampas. Pinceladas, floresta e plissados trompe-l’oeil em jogo de sombra e luz
GRAÇA OTTONI

Peças-chave. Vestidos longos abaixo da linha dos joelhos, pretos retalhados e transparentes Tecidos. Jaquard brocado, sedas estampadas e lã
Cores. Tons de bege e de cinza, com ar de “empoeirado”, branco e preto.
Estampas. Resgate dos tecidos de cobra e florais

(noticia publicada “Jornal Pampulha” – 10/01/2009)
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VESTIBULAR 17 DE JANEIRO – ÚLTIMAS VAGAS

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