DIZEM QUE A CRISE NOS TIRA DA “ZONA DE CONFORTO”

DIZEM QUE A CRISE NOS TIRA DA “ZONA DE CONFORTO”

No Japão, de 1975, com a crise mundial no auge, o lazer se tornou secundário – como a gasolina estava caríssima, as pessoas saíam pouco de casa, o que acabou com a popularidade das máquinas de tiro ao alvo. O fabricante delas, que se chamava Nintendo, resolveu diversificar os negócios e apostou na onda dos fliperamas. Deu certo, e logo a empresa desembarcaria nos EUA.
Em 1981, os americanos só queriam saber de jogar; Mas para a Nintendo a coisa não começou muito bem: Radar Scope, um de seus primeiros flipers, foi um baita fracasso.
Para reaproveitar as máquinas encalhadas, a empresa colocou nelas um novo jogo: Donkey Kong.
Era a estréia de SUPER MARIO… Os executivos não botaram muita fé (um homem baixinho, gordo e bigodudo jamais convenceria como super-herói), mas notaram uma coisa. O personagem se parecia muito com Mario Segale, dono do prédio onde funcionava a Nintendo nos EUA – e por isso ganhou o nome dele. Nascia ali o maior astro da história dos jogos. De pulinho em pulinho, ele vendeu mais de 280 milhões de games.

Mudanças rápidas, idéias simples, e uma boa estratégia de marketing…

Fonte: REVISTA SUPER INTERESSANTE / EDIÇÃO 259
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Hot Hunters

As inscrições são limitadas e deverão ser efetuadas até 18/02/2009

Local: Hotel Via Contorno – Av. do Contorno, 9661 – Prado
Data: 19/02/2009
Horário: 09:00 às 11:00

Tecnologia Inteligente

A TECNOLOGIA REFORMULA TECIDOS E ACESSÓRIOS E CRIA ALTERNATIVA AOS RECURSOS ORGÂNICOS E À LIMITAÇÃO DE ENERGIA DO PLANETA.
No Brasil algumas empresas se preocupam e incentivam o desenvolvimento de fibras que respeitam as normas ambientais.
A utilização de tecidos tecnológicos inteligentes associados ao design sustentável firma-se num mercado que começa a ser invadido por produtos diferenciados.
Empresas de diversos segmentos – de confecções a objetos, de cosméticos a calçados – investem em pesquisas para a aplicação de materiais sintéticos em serviços e produtos do cotidiano.
A alta moda apresenta nas passarelas internacionais vestir neoprene em vez de couro, náilon no lugar de sarja, substituir a seda pelo plástico.
O avanço nas pesquisas de fibras alternativas como o bambu e a soja, ou a reciclagem do pet
mostram o quanto o mercado está de olho em produtos sintéticos produzidos com bases que respeitam o ambiente.
As tramas sintéticas gastam menos energia para serem fabricadas, lavadas e passadas, comparadas com aquelas feitas de materiais naturais.

Fonte: Pesquisa revista Officiel nº24

Negócios

Empresas brasileiras de moda participam de importante feira espanhola e incrementam as exportações para a Europa. A Espanha uma das principais portas de entrada da produção brasileira com a Semana Internacional de Moda de Madri (SIMM), a maior feira de que se tem notícia, agrega várias importantes marcas e nessa edição teve o Brasil como país convidado.
O TexBrasil em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX) com a ABIT, tem como objetivo o aumento do número de empresas brasileiras exportadoras, incentivando sua inserção no mercado global. Oferece um serviço para associados da ABIT uma espécie de check-up da marca onde através de um diagnóstico ajuda as marcas a se prepararem para esses eventos. Os critérios avaliados são qualidade do material, cartela de cores, estilo das peças, modelagem, design, preço e capacidade de atendimento às demandas, e adequação aos mercados nacionais e internacionais.
Qualquer indústria têxtil, de confecções ou de acessórios interessada em participar do programa TexBrasil pode se inscrever sem custos.

BH Espera por Você

Ainda dentro da campanha, acontece até o dia 15, baseado no Mercure Hotel, o Circuito da Moda, projeto idealizado inicialmente por Consultores em Negócios de Moda da ACNM e da Coopermoda e abraçado pelo escritório da SV Eventos.
A idéia inicial de atrair a atenção de lojistas das regiões Sudeste e Sul, movimentou as confecções que tiveram seu calendário de lançamentos antecipado, evitando assim a apatia comum do início do ano.
Temos visto boa movimentação nas confecções, menos pelos compradores da região Sul, mas pela clientela fiel de várias praças, ávidas por novidades e desfalcadas por um bom resultado no comércio do final do ano.
Além claro, do trabalho de envio de mercadorias feito constantemente pelos consultores que incrementam as vendas no atacado.
Se esta for a cara da crise, este será um ano de bons negócios para as confecções de Belo Horizonte.

Heloisa Jardim
Consultora em Negócios de Moda.

Feira Top Marcas/BH Shoes

A Feira Top Marcas/Bh Shoes na Serraria Souza Pinto vai até dia 12.

Com um mix de 200 marcas, o setor aposta na nova coleção com 15% a mais de expositores que na última coleção.

Sapatos da coleção outono/inverno de marcas nacionais como Beira Rio, Piccadilly, Ramarim, Bottero e Dacota e as mineiras San Marino e Spatifilus, dentre várias outras.
A feira participa da campanha BH Espera Por você, movimento que procura trazer o turista de Negócios a Belo Horizonte, e que envolve moda, cultura e gastronomia.
Assim, o Belo Horizonte Convention & Visitors Bureau cria parcerias e amplia correntes de comércio entre os setores que envolvem o turismo de Negócios na capital

Morre o Estilista David Azulay

RIO – Morreu dia 09/02 no Rio, o estilista David Azulay. Ele era dono da marca de biquínis Blue Man. As causas da morte ainda são desconhecidas. Segundo as primeiras informações, ele estaria na cidade de Miguel Pereira, no Centro-Sul Fluminense.
David tinha 12 lojas e seis franquias de moda praia no país. Seu último desfile na cidade foi no Rio Summer, em novembro, voltado para o mercado internacional.
Há mais de 30 anos a Blue Man estampa os verões cariocas. O paraense David Azulay desenhou o primeiro biquíni em 1972, para uma namorada. Era um modelo jeans bem pequeno, que logo virou febre nas praias. Em seguida, a modelo Rose Di Primo virou a garota-propaganda da grife, que ganhou toda a costa brasileira.
Em 1979, a Blue Man começou a utilizar as estampas tropicalistas que até hoje aparecem nas coleções. Na primeira metade da década de 80 começaram as exportações para países como Alemanha, Dinamarca, França e Itália.

Fonte: JB Online

ZOOMP TEM FALÊNCIA DECRETADA E FÁBRICA FECHADA

Resultado de uma série de problemas que atingiram a grife criada pelo estilista Renato Kherlakian em 1974, a Zoomp foi vendida em 2006 para a holding HLDC, que àquela época assumira as dívidas da fábrica.
No fim do ano passado, a HLDC anunciou a criação do grupo I’M ( Identidade Moda) que além da Zoomp incluiria as grifes de Alexandre Herchcovitch e de Fause Haten, entre outras.
Em março, a Herchcovitch e Fause Haten deixaram o grupo.
Mesmo com aportes financeiros pelo grupo gestor e mudanças na gestão da empresa, a crise na zoomp levou-a a cancelar seus desfiles na São Paulo Fashion Week nas últimas temporadas e a fechar algumas lojas no país, como a do Shoping Iguatemi, em São Paulo.
Terminando em falência e fechamento da fábrica situada em Barueri/SP.
Terminou assim, uma história de 35 anos de moda jeans wear, cobiçada por uma geração…

Fonte: Folha de São Paulo

SÃO PAULO FASHION WEEK

O São Paulo Fashion Week, realizado entre os dias 18 e 23 de janeiro, na Bienal, evento de moda mais famoso do Brasil, que chegou à sua 26ª edição, contou com mais de 50 desfiles em cinco dias, quando foram apresentados os modelitos que irão fazer a sua cabeça no próximo inverno. Entre as presenças marcantes na constelação do mundo fashion, destacaram-se Ana Cláudia Michels (eleita a modelo da vez),Gisele Bündchen não brilhou sozinha, (desfilou a marca Colcci), Ronaldo Fraga (o melhor desfile da temporada), Samuel Cirnansk e Alexandre Herchcovitch. Dicas da consultora de moda Daniella Ferras das tendências que prometem estampar as vitrines da próxima estação, para você não ficar por fora delas, e chegar com estilo no próximo inverno. Confira!
– Tons neutros básicos e perfeitos, outros ousaram nas estampas. Os desenhos mais marcantes se apresentaram mais coordenados e arrumados, em tamanho, cores e proporção. “Destaco as estampas de fauna e flora do desfile de Simone Nunes, um belo e doce protesto pelo planeta”, completa. – Nos cortes, as formas foram ajustadas em contraponto com os volumes, o que pôde ser observado nas calças de modelo cenoura (baggy), com volumes laterais. Elas podem ser usadas em jeans, em alfaiataria, moletom, ou materiais alternativos, como veludo e couro. Não é uma peça comercial e só fica bem nas magérrimas! – As cores da vez continuam sendo os tradicionais, preto, cinza, bege e outros tons neutros, que deverão ser combinados com peças claras e vibrantes. O brilho também vai estar em alta. Paetês, aplicações de miçangas e brilhos estarão presentes sobre malhas, moletons e nas camisetas de todo dia. – Outra tendência que permanecerá serão os vestidos, de diferentes modelos e comprimentos, além de macacões, calças skinny, pantalona, legging e sarouel, todas elas com presença marcante nos desfiles de Huis Clos, Ronaldo Fraga, Amapô e Maria Extra.

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