CRISE: A HORA E A VEZ DO BRASIL

CRISE: A HORA E A VEZ DO BRASIL

Parece que o mundo vai acabar. Se prestarmos atenção no que está sendo noticiado, não teremos dúvida de que o mundo vai acabar antes da chegada de 2010. A indústria da comunicação deita e rola diante da “volatilidade emocional” do ser humano. As demissões e corte de empregos, quedas nas bolsas, redução das vendas e outras tantas notícias ruins tornam-se vedetes da mídia. Isto é um prato cheio para aumentar sua audiência, vendas e lucro. É paradoxal, mas a inveja invade o ser humano ao ponto de ele se sentir mais satisfeito com o fracasso do vizinho do que com o próprio sucesso. Precisamos encontrar um álibi para a crise. Eu estou “pelejado”, meus negócios estão de cabeça para baixo, mas o do vizinho está muito pior. É como se buscássemos uma desculpa para poder dizer: ”Não é só comigo. Todos estão batendo latinha”.
Uma pessoa tomada pelo pavor da crise só consegue enxergar crise em tudo e em todos. Nós vemos fora o que temos dentro! A “volatilidade emocional” leva o ser humano a ampliar seu medo. É uma lente de aumento que transforma vento em tornado. Gato em onça. Canivete em facão. Revolver em canhão. Onda em tsunami. Crise em guerra.
Nos últimos 25 anos, depois da redemocratização de 1984, tivemos mais de 10 crises até chegarmos à estabilidade econômica. Onde estão as empresas: Embrava, Bemoreira-Ducal, Sears, Mesbla, Arapuã, Banco Econômico, Nacional, Bamerindus e tantas outras que faziam parte do cenário nacional? Morreram, desapareceram. O mundo as substitui: Casas Bahia, Magazine Luiza, Ricardo Eletro, Banco HSBC, Santander, Itaú, Unibanco, Livraria Leitura, Shopping Centers, Google, Microsoft, HP, Motorolla, Nokia, enfim são milhares de marcas e empresas que nasceram ou cresceram com mais competência e dinamismo, ocupando o lugar da incompetência e do despreparo para criar o novo, tão reclamado pelos clientes.
O Brasil avança a passos largos, todos os índices melhoram por todos os lados: consumo de combustível, de energia elétrica, quilômetros asfaltados, eletrodomésticos, construção civil, telefonia, celulares, estudantes universitários, analfabetismo, mortalidade infantil, desnutrição e venda de alimentos. Estamos desenvolvendo muito. Demos um salto nos últimos 10 anos.
O despreparo político, econômico e social do Brasil nos fez perder o grande boom da indústria na década de 50. Em 80, perdemos o grande boom da eletrônica. Hoje o Brasil é um ícone. Os líderes mundiais concordam, somos uma das nações mais preparadas para enfrentar essa crise: PIB crescendo 3,5% na média dos últimos 10 anos, reservas cambiais de 200 bilhões de dólares, cambio flutuante, responsabilidade fiscal, politicamente estável, inflação civilizada, independência do banco central, mercado interno grande e desenvolvido, dependência internacional de apenas 15% e uma das maiores taxas de juros do mundo. E tem mais: a tecnologia dos bio-combustíveis é vedete, não temos problemas raciais, não temos intolerância religiosa, somos politicamente estáveis e falamos uma única língua de norte a sul. Nós reunimos todas, eu disse todas as condições para atrairmos os grandes investidores Internacionais.
Somos protagonistas de um novo salto econômico mundial: “boom virtual”. Um super crescimento das empresas e negócios que dependem de conhecimento e de capital intelectual. A chegada ao mercado dos consumidores de baixa renda e a tão sonhada erradicação da pobreza. Tenho certeza de que os habitantes do século XXII não conhecerão a pobreza e a miséria. Elas serão peças de museu. Não vamos perder este trem da história. Eu sei que eu sou um líder sonhador. Mas sei que não estou sozinho. Gostaria de convidá-lo a engrossar as fileiras daqueles que pararam de chorar para vender lenços. Aqueles que estão dando gargalhadas por descobrirem que os espinhos têm rosas. E estão felizes por saber que crise não existe, é apenas uma grande oportunidade de fazer a oxigenação do poder. O Brasil é o país do futuro. Um país emergente. Chega! Agora é a nossa vez. Agora é nossa hora. O Brasil é o país do presente. O Brasil é uma nação desenvolvida. Uma superpotência mundial. Nossos filhos e netos sentir-se-ão orgulhosos de todos nós. Que Deus nos ajude!
Flávio de Almeida
www.flaviodealmeida.com.br
Matéria extraída do Jornal Solidariedade – março de 2009

CAPACITAÇÃO DE VENDEDORES NO RAMO DE ATACADO DE MODA

Público Alvo: Vendedores e funcionários que prestam atendimento ao cliente e que desejam adquirir novos conceitos e práticas que levam a valorização profissional; Vendedores que desejam ingressar no ramo de atacado de moda.

Conteúdo:
Modulo I:
Vendas Conceitos; Indicadores de desempenho em vendas; Técnicas de vendas; Como começar a construir a sua carteira de clientes; Como vender mais para quem já é seu cliente; Como reconquistar quem deixou de ser seu cliente; Como e onde encontrar novos clientes.
Modulo II:
Vendedores Como se apresentar em uma entrevista de emprego; Características e conhecimentos necessários; Comportamento e atitudes; Marketing pessoal; A Ética e a construção da imagem profissional.
Modulo III:
O Cliente Técnicas de vendas e Atendimento; Ações para conquistar e encantar o cliente.
Modulo IV:
Marketing Princípios de marketing; O Marketing ao alcance de todos; As Ferramentas para aplicação do Marketing.
Informações e Inscrições:
Coopermoda (31) 2551-5729 ou 9831-0372 – Luciana.
Rua Rubi, 381. Prado.

Período: 23 de Março a 03 de Abril de 2009. Segunda a sexta-feira de 19:00 às 22:00 h. Carga horária: 30 horas aula.
Local do curso: Rua João Lucio Brandão, 183 – Prado. Centro de Estudos e Treinamento da Decta Gestão Contábil.
Valores: R$345,00 – (Uma entrada, 30 e 60 dias). a vista 10% desconto

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