Saiba Como o Humor Afeta Nosso Modo de Vestir

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Saiba Como o Humor Afeta Nosso Modo de Vestir


Estudo realizado no Reino Unido mostra que a roupa que vestimos vai além do gosto pessoal de cada um: é a expressão do nosso estado de espírito. Pesquisadores da Universidade de Hertfordshire perguntaram a um grupo de cem mulheres o tipo de roupa ou acessório que preferem usar quando estão felizes e quando estão de mau humor ou tristes e mostram que há um padrão, sugerindo que nosso estado emocional influencia nossas escolhas. A calça jeans, por exemplo, é a preferida nos dias em que as coisas não estão muito bem – apenas um terço afirmou usar quando estão felizes. “Este achado mostra que as roupas não influenciam apenas os outros, ela é um reflexo e influencia o humor também. Muitas mulheres neste estudo sentiam como se elas pudessem alterar o humor mudando de roupa. Isto demonstra que o poder psicológico da roupa e como as escolhas certas podem influenciar o humor de alguém”, diz a psicóloga Karen Pine, coautora do estudo.

Por exemplo, em uma dia ruim era mais provável uma mulher usar uma calça jeans e uma blusa larguinha (57%) do que colocar o seu vestido preferido (6%). Os acessórios também fazem diferença. Segundo os resultados, usar uma chapéu, por exemplo, é duas vezes mais provável acontecer em um dia bom do que num dia ruim. O sapato favorito também é um ítem que as mulheres usam mais quando estão felizes (31%) do que quando estão tristes (6%). As roupas preferidas, aponta a pesquisa, são aquelas mais bem cortadas, com melhor caimento e feitas com tecidos de melhor qualidade – alguns pontos geralmente não encontrados na calça jeans. “Não é qualquer modelo de calça jeans que fica bem em qualquer mulher. Geralmente as calças são mal cortadas e tem um caimento ruim.

Ao ver uma mulher de jeans a gente pode concluir que ela não estava muito preocupada com a aparência. Pessoas quando tristes geralmente perdem o interesse na sua aparência e não querem chamar atenção, então a correlação entre estar deprimida e usar jeans é entendível. Mais importante, está pesquisa sugere que nós podemos nos vestir para “atrair” alegria, mas isso significa deixar o jeans de lado”, diz Karen. Neste caso, a conclusão e indicação, diz Pine, seria usarmos as peças que nos deixam mais felizes especialmente nos dias em que estamos tristes.

Fonte:http://www.jornaldiadia.com.br/index.php/arte-e-cultura/89393-saiba…

Publicado por Textile Industry em 21 março 2012 às 23:09 em OPERACIONAL

Tendências macro para o verão 2011

por Adélia Assis
Na palestra PERFIL MODA – Inspirações + Tendências Verão 2011 ministrada por Alba Lima e Romulo Maciel do Senai Moda no Minas Trend ficou mais uma vez confirmada o momento atual da construção da moda onde não existem mais as tendências únicas e absolutas de uma estação. Hoje são definidos direcionamentos que são baseados nos estudos do comportamento, da cultura local.
De acordo com os palestrantes, hoje são observados os seguintes direcionamentos:
* Luxo simples – é a busca de “enfeitar” o simples, de transformar o corriqueiro em algo especial. Por exemplo, um brigadeiro é só um brigadeiro, mas ele se torna único e especial quando é oferecido em caixas de presente cobertas com tecidos exclusivos como fez a grife Farm.
* Teoria da diversão – o vídeo game já não é mais apenas brincadeira de criança. Hoje a indústria já o utiliza como parte do treinamento de seus funcionários. Existem empresas que já criam inclusive jogos para lançar seus produtos. E o que dizer do tênis da Adidas que possui um mecanismo que permite ao comprador uma interatividade fora do comum. Quando colocado em frente a um computador, na tela aparece uma cidade onde o consumidor poderá ver uma cidade. Fica difícil para o mercado pirata competir, não é mesmo?
* Nativos digitais – é a famosa geração Y que são jovens que parecem estar o tempo inteiro ligados na tomada. Ávidos por informções rápidas e que utilizam mídias sociais em exaustão. Nessa turma estão incluídos os blogueiros, no caso específico da moda. Com seus aparelhinhos de última geração disseminam os últimos acontecimentos como um tsunami em questão de minutos. Quem diria que um dia veríamos um blogueiro ao lado da temida Ana Wintour na primeira fila dos grandes desfiles internacionais.
* Armas da sedução – as mulheres brasileiras já têm uma grande vantagem pois são naturalmente sexy. Mas a sedução que hoje direciona as coleções é mais sútil, mas chic, mais charmosa.

Além desses direcionamentos expostos pelos profissionais do Senai, também podemos notar alguns outros pontos que buscam a valorização das emoções e a “humanização” da moda. Técnicas artesanais e a utilização de materiais ecologicamente corretos estão tendo uma grande aceitação no mercado. Entendendo essa nova lógica aparecem também:
* Preservação da memória – necessidade de relembrar o passado e valorizar sua história. Hoje os brechós são uma verdadeira febre entre os internautas.
* Aldeia Global – as fronteiras caíram, o mundo ficou menor e, com isso, as trocas de informações culturais se tornaram invevitáveis.
* Elementos naturais – a simplicidade, o minimalismo, que inicialmente surgiu para enfrentar um momento de turbulência na economia se firmou como um dos grandes “achados” da moda.

COMPRAS – 100% APROVADAS

No dia a dia em nosso trabalho, temos oportunidades de apreciar o melhor estilo, qualidade e custo benefícios das confecções de BH.

Nem sempre resistimos e fazemos nossas comprinhas … aproveitamos o melhor que encontramos.

Então, qual foi sua última compra 100% aprovada?

O que mais te atraiu a ponto de não resistir?

Beth Borges – Consultora em Negócios de Moda:

“Comprei um vestido da Skunk que adorei, apaixonei!!!

Também comprei uma blusa da Caos com estampa de bicho linda, por me dar uma sensação de descontração!”

Risa Bruno – Consultora em Negócios de Moda:

“O que comprei de mais bacana e gostei muuuiiito, foi um vestido da Silvania Miranda de malha rayon em moulage com drapeados especiais que favorecem uma pessoa que veste o meu tamanho.

Outra compra foi na VM (Manufactura), um macacão todo solto com amarrações e decote bem ousado nas costas com uma estampa linda!”

Heloisa Jardim – Consultora em Negócios de Moda:

“Não sou uma consumidora voraz, mas não resisto aos vestidos da Madreperola. Adquiri um no início da coleção em tom cáqui.

Comprei outro na Talento em tons pasteis e estampa floral com a cara do verão!”

VOCABULÁRIO FASHION

GLAMOUR é uma expressão francesa que quer dizer chique, charmoso. Nada a ver com luxo, é elegância discreta, beleza natural. Tem a ver com transformar, todos os dias, a nossa prosaica realidade em sonho. Tem a ver com pequenos detalhes, como usar taças de cristal em um piquenique ou embrulhar lindamente o presente mais simples. (Mônica Serino)
A versatilidade do preto
Além de todas as outras qualidades, realmente a roupa preta é uma grande aliada da mulher!
É uma cor da qual não temos medo de abusar na hora de comprar. Ela é muito versátil e fácil de fazer várias combinações. É a única cor que de fato emagrece e fica bem em qualquer uma!
Na correria do dia a dia para cumprir os compromissos, precisamos ser práticas!
Nessas ocasiões o pretinho básico é infalível! Ousar na hora de se vestir, colocar um sapato de salto, acessórios diversos dão um toque chique para o visual. Um colar, uma echarpe, uma jaqueta complementam o traje, dependendo da ocasião, sem perder a elegância. (Angela Sampaio)
Ser mulher e profissional não é fácil

Na área corporativa, as roupas falam pela pessoa. O figurino é muitas vezes determinante na hora de uma promoção. Por isso, é importante conhecer o seu tipo físico e o código de vestuário da empresa. Passear no shopping ou sair à noite a roupa é uma, para trabalhar, roupa profissional, é outra. Quanto mais conservadora for a empresa, maior a necessidade de adaptação das mulheres profissionais. Trabalhar com roupas mais formais impõe respeito e valoriza o profissional. Em algumas empresas até o corte de cabelo é especificado em comunicados com fotos.
Os funcionários são o cartão de visita. Eles carregam a imagem e a reputação da empresa, por isso precisam seguir regras pré-determinadas. A roupa, os acessórios, o comprimento da saia, ou seu decote, não podem chamar mais atenção do que o projeto que você vai apresentar a um cliente!
Algumas regras do código de conduta:
  • Quanto mais alta a posição que você ocupa, menos jeans deve usar. Calça jeans desbotada e tênis não é opção para o trabalho.
  • Barriga de fora, só se for no ramo do entretenimento noturno.
  • Sandálias muito abertas transmitem uma informalidade excessiva para grande parte dos ambientes de trabalho.
  • Prefira batom cor de boca, que é natural.
  • Nenhuma parte da roupa de baixo pode aparecer ou mesmo de insinuar, incluindo marca de calcinha ou, pior ainda, alça de sutiã transparente.
Trechos – Estilo – Revista Veja nº35

Iniciativas sempre são bem vindas !

Projetos e empreendimentos arrojados, demonstram a ousadia das pessoas que se preocupam com a vida, o trabalho, o sucesso e o bem estar social !

Devemos e queremos trabalhar juntos, pois o futuro caminha para essa proposta. Atitudes individuais não trazem resultados para o setor em que atuamos. Se tropeçarmos, sempre haverá quem nos ajude a levantar e prosseguir !

Profissionais atuantes e interessados em movimentar o mercado de moda de Belo Horizonte, compartilhem com a Coopermoda as suas idéias e sugestões.

Venham conversar conosco !

A Arte de Civilizar-se

Tanto temos lido ou ouvido falar sobre a arte de civilizar-se;
Em todos os contextos, até na moda. Glória Kalil já o mencionou no fundamental de ser elegante:
“Uma pessoa é elegante quando ela tem um comportamento elegante, não é só o que ela veste”. Lembro-me da amiga Eliane, uma das pessoas mais elegantes que tenho oportunidade de conviver.
Mas porquê de tanta elegância? De onde vem tudo isso?

Sofremos de um mal na atualidade: a incivilidade. A toda hora somos obrigados a testemunhar cenas de grosseria entre as pessoas e de absoluta carência de cortesia nas relações interpessoais.
Virou moda (?) e ganhou visibilidade dizer tudo o que se “pensa”, agredir para se defender.
Perdeu-se a vergonha (como bem diz Rosely Sayão) de ofender publicamente; e em alto e bom som, transgredir as normas da boa convivência.
Perdemos totalmente a sensibilidade pelo direito do outro, gerando intolerância, discriminação, ameaça.
Aonde chegaremos?
Mas, “todo homem tem latente, a possibilidade maravilhosa de criar. Poucos são os que fecundam a mente para que nasçam viçosos os rebentos da inteligência” (isso é verdade).
Preferem dar à luz idéias bastardas que envergonham nossa espécie. (Gonzalez Pecotche já havia observado há 50 anos).

Que tipo de seres estamos nos tornando?
A elegância, meus caros, vem daquilo que parece estar há muito esquecido: é tudo aquilo que nossa mãe, em sua extrema ternura procurou nos ensinar.
Simples assim!

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