DIFERENCIAL DE MODA

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DIFERENCIAL DE MODA

Uma marca sólida de Belo Horizonte é o ”Diferencial de Moda”.
O exemplo da Bombril, Hering, Topper, Lupo, marcas que consolidadas no mercado, enfrentaram dificuldades desde brigas entre sócios, fraudes financeiras, desvios de dinheiro, às crises internacionais, às sucessivas transformações do mercado, firmaram-se e já mostram sinais palpáveis de que uma crise pode estar se revertendo.
Uma marca pode ser decisiva para a longevidade de um negócio, a exemplo do que se passa em algumas das empresas mais antigas do mundo, entre elas Faber-Castel, Nokia.
A empresa Hering percebendo a decadência da marca vista como ultrapassada, atacada de um lado por roupas chinesas baratas e de outro por marcas globais, como a Zara, perdeu mercado até iniciar uma radical transformação. Hoje além das ações de marketing, desenvolvem 6 coleções por ano.
A Topper desenvolveu produtos para o público feminino além, de outros itens esportivos.
A marca Havaianas, considerada “simplesinha”, está estampada num produto brasileiro de sucesso internacional! Eram vistas como o avesso da sofisticação. Hoje já chega a oitenta países. Um dos pontos cruciais foi o investimento nas ações de marketing, na multiplicação e variedade das sandálias, e às vendas no exterior.
É com esse objetivo que se investe em marketing, para dar novos ares à marca e iniciar um processo de repaginação e reformulação do negócio.
A consolidação de uma marca é um desafio dos mais complicados para uma empresa. Não basta que ela esteja vinculada a um bom produto. Precisa se posicionar no mercado!
Amostra inspirada – matéria da revista Veja nº 33

VOCABULÁRIO FASHION

GLAMOUR é uma expressão francesa que quer dizer chique, charmoso. Nada a ver com luxo, é elegância discreta, beleza natural. Tem a ver com transformar, todos os dias, a nossa prosaica realidade em sonho. Tem a ver com pequenos detalhes, como usar taças de cristal em um piquenique ou embrulhar lindamente o presente mais simples. (Mônica Serino)
A versatilidade do preto
Além de todas as outras qualidades, realmente a roupa preta é uma grande aliada da mulher!
É uma cor da qual não temos medo de abusar na hora de comprar. Ela é muito versátil e fácil de fazer várias combinações. É a única cor que de fato emagrece e fica bem em qualquer uma!
Na correria do dia a dia para cumprir os compromissos, precisamos ser práticas!
Nessas ocasiões o pretinho básico é infalível! Ousar na hora de se vestir, colocar um sapato de salto, acessórios diversos dão um toque chique para o visual. Um colar, uma echarpe, uma jaqueta complementam o traje, dependendo da ocasião, sem perder a elegância. (Angela Sampaio)
Ser mulher e profissional não é fácil

Na área corporativa, as roupas falam pela pessoa. O figurino é muitas vezes determinante na hora de uma promoção. Por isso, é importante conhecer o seu tipo físico e o código de vestuário da empresa. Passear no shopping ou sair à noite a roupa é uma, para trabalhar, roupa profissional, é outra. Quanto mais conservadora for a empresa, maior a necessidade de adaptação das mulheres profissionais. Trabalhar com roupas mais formais impõe respeito e valoriza o profissional. Em algumas empresas até o corte de cabelo é especificado em comunicados com fotos.
Os funcionários são o cartão de visita. Eles carregam a imagem e a reputação da empresa, por isso precisam seguir regras pré-determinadas. A roupa, os acessórios, o comprimento da saia, ou seu decote, não podem chamar mais atenção do que o projeto que você vai apresentar a um cliente!
Algumas regras do código de conduta:
  • Quanto mais alta a posição que você ocupa, menos jeans deve usar. Calça jeans desbotada e tênis não é opção para o trabalho.
  • Barriga de fora, só se for no ramo do entretenimento noturno.
  • Sandálias muito abertas transmitem uma informalidade excessiva para grande parte dos ambientes de trabalho.
  • Prefira batom cor de boca, que é natural.
  • Nenhuma parte da roupa de baixo pode aparecer ou mesmo de insinuar, incluindo marca de calcinha ou, pior ainda, alça de sutiã transparente.
Trechos – Estilo – Revista Veja nº35

Alavancar vendas em datas comemorativas

Elaborar vitrines, desenvolver promoções, avaliar com antecedência as ações e planejamentos que podem movimentar o comércio em datas comercialmente especiais é o ideal. Mas, como toda regra tem a sua exceção, especialistas afirmam que, mesmo estando há menos de 20 dias do Dia das Mães, é possível sim surpreender os clientes e alavancar as vendas nesta data tão especial. Para o especialista em marketing do varejo, André Feltrin, gerente de canais da Retail Company (São Paulo/SP) existem algumas vertentes que podem fazer a diferença quando o assunto é “não ser apenas mais um no mercado’’. Uma das prioridades é quanto ao oferecimento de serviço especializado.

De acordo com Feltrin, independente do público para qual a loja é voltada, é fundamental que a equipe de vendas seja treinada a fim de que possa dar um suporte ao cliente. Ele afirma que o treinamento vai desde como proceder no momento da experimentação, até despertar no próprio atendente a visão da venda casada com outros produtos. “A equipe deve estar próxima ao cliente e disponível para atendê-lo’’, completa.

ATENDIMENTO – Dentro do contexto de preparação para o Dia das Mães, o consultor destaca como grande diferencial, na hora de atender, saber fazer as perguntas certas ao cliente que entrar na loja para comprar o presente. Conforme Feltrin, através das informações coletadas neste primeiro contato já é possível descobrir qual o perfil da pessoa que será presenteada, se ela é jovem ou mais madura, se gosta de um estilo mais executivo ou conservador, ou se enquadra em um perfil mais esportivo. “Saber perguntar ao cliente já é a metade da venda’’, diz, explicando que o vendedor precisa contribuir com o cliente para que essa experiência de venda seja positiva e gere retorno para a loja. “Quando um consumidor é bem atendido e sai satisfeito com a compra que fez, certamente voltará mais vezes’’, argumenta.

É muito comum, principalmente em datas comemorativas, ver em vitrines e no interior das lojas uma grande quantidade de elementos gráficos e artigos de decoração que acabam criando uma poluição visual no ambiente. “O cliente capta os produtos visualmente, e se o material de promoção ou mesmo a decoração estiverem se sobrepondo às peças, a venda pode ficar comprometida’’, avalia Feltrin. Segundo ele, a dica quanto a organização dos produtos nas lojas, é deixá-los a uma altura que varie de 1,50m a 1,90m, permitindo que o consumidor possa tocar nos produtos. “Tecnicamente chamamos isso de ‘ponto de pega’, quando o cliente pode manusear os produtos e avaliar a sua qualidade’’, completa.

Lia Nara Bau e Roberta Accioly Gerhard/Jornal Exclusivo

Tecnologia Inteligente

A TECNOLOGIA REFORMULA TECIDOS E ACESSÓRIOS E CRIA ALTERNATIVA AOS RECURSOS ORGÂNICOS E À LIMITAÇÃO DE ENERGIA DO PLANETA.
No Brasil algumas empresas se preocupam e incentivam o desenvolvimento de fibras que respeitam as normas ambientais.
A utilização de tecidos tecnológicos inteligentes associados ao design sustentável firma-se num mercado que começa a ser invadido por produtos diferenciados.
Empresas de diversos segmentos – de confecções a objetos, de cosméticos a calçados – investem em pesquisas para a aplicação de materiais sintéticos em serviços e produtos do cotidiano.
A alta moda apresenta nas passarelas internacionais vestir neoprene em vez de couro, náilon no lugar de sarja, substituir a seda pelo plástico.
O avanço nas pesquisas de fibras alternativas como o bambu e a soja, ou a reciclagem do pet
mostram o quanto o mercado está de olho em produtos sintéticos produzidos com bases que respeitam o ambiente.
As tramas sintéticas gastam menos energia para serem fabricadas, lavadas e passadas, comparadas com aquelas feitas de materiais naturais.

Fonte: Pesquisa revista Officiel nº24

Negócios

Empresas brasileiras de moda participam de importante feira espanhola e incrementam as exportações para a Europa. A Espanha uma das principais portas de entrada da produção brasileira com a Semana Internacional de Moda de Madri (SIMM), a maior feira de que se tem notícia, agrega várias importantes marcas e nessa edição teve o Brasil como país convidado.
O TexBrasil em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX) com a ABIT, tem como objetivo o aumento do número de empresas brasileiras exportadoras, incentivando sua inserção no mercado global. Oferece um serviço para associados da ABIT uma espécie de check-up da marca onde através de um diagnóstico ajuda as marcas a se prepararem para esses eventos. Os critérios avaliados são qualidade do material, cartela de cores, estilo das peças, modelagem, design, preço e capacidade de atendimento às demandas, e adequação aos mercados nacionais e internacionais.
Qualquer indústria têxtil, de confecções ou de acessórios interessada em participar do programa TexBrasil pode se inscrever sem custos.

Sem proteção, moda brasileira vira alvo da pirataria no exterior

Um negócio que rendeu US$ 4,8 bilhões ao Brasil nos primeiros dez meses de 2008 corre sério risco. São as exportações da indústria têxtil, de couro e calçados, que vem sofrendo duros golpes da pirataria. Afinal, sem proteger marcas, patentes e designs dos produtos no exterior, é muito mais difícil provar que aquela criação lhe pertence, abrindo um caminho livre para a cópia. Para dar uma idéia do problema, só no Brasil os piratas consomem R$ 6 bilhões por ano da indústria da moda.

Com esta preocupação, o INPI contará com um estande na próxima edição do Fashion Business, de 13 a 16 de janeiro, no Rio de Janeiro. Os técnicos vão explicar ao público como registrar marcas e desenhos industriais, além de obter patentes, no Brasil e no exterior. Durante o evento, o especialista Schmuell Lopes Cantanhêde dará uma palestra, no dia 15, às 18h, no Salão Multiuso, sobre o registro em outros países.
– Muita gente não sabe proteger suas marcas no exterior e isso se torna complicado para quem quer exportar. É uma porta aberta para a pirataria – comentou Jorge Ávila, presidente do INPI.
Os números são claros sobre o problema. Enquanto, em 2006, por exemplo, foram depositadas 94.660 marcas no INPI, incluindo os depósitos de estrangeiros, os pedidos de marcas brasileiras não passaram de 327 na Europa e de 445 nos Estados Unidos. Este número fica em apenas 73 na China e 36 na Austrália. Até mesmo na vizinha Argentina, os depósitos de marcas brasileiras não passaram de 802, de acordo com dados de 2006.
Em relação ao Desenho Industrial, a situação não é diferente. Num ranking de registros nos Estados Unidos, o Brasil ocupa o 25o lugar, com apenas 291 depósitos, atrás de países como Luxemburgo, Cingapura e Israel. Enquanto isso, no INPI, os brasileiros depositaram 3.557 pedidos de design só em 2006.
E o processo nem é tão complicado quanto pode parecer. No Escritório de Harmonização do Mercado Interior (OAMI, na sigla em espanhol), a autoridade européia de marcas, o depósito pode ser feito pela Internet e custa cerca de R$ 1.930. A questão, para muitos empresários, é descobrir a importância do registro.
– Com o uso da propriedade intelectual, a empresa pode ser mais competitiva, fazer parcerias e expandir seu mercado – concluiu Ávila.

(Contribuição Escritório Albino Advogados)

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VESTIBULAR 17 DE JANEIRO – ÚLTIMAS VAGAS

EM QUEM A CRISE VAI DOER MAIS

FALA MENDONÇA DE BARROS

Luiz Carlos Mendonça de Barros, ex-presidente do BNDES e ex-ministro das Comunicações no governo FHC, é hoje economista-chefe da Quest Investimentos. Dentro do governo ou fora dele — já há muitos anos —, sua capacidade de antecipar cenários, com impressionante dose de acerto, é reconhecida por admiradores e adversários. Na entrevista abaixo, ele diz qual é a fatia dos brasileiros que vai sentir primeiro os efeitos da crise global — que já chegou ao Brasil, incomodando bem mais do que uma simples marolinha. Com base em dados colhidos pela MB Consultores Econômicos, ele afirma que “haverá uma redução importante nos rendimentos do trabalho dos brasileiros com renda superior a 10 salários mínimos”. Pois é, leitor amigo…Uma das características de Mendonça de Barros é pensar as implicações políticas da economia. Não havendo um agravamento da crise, ele antevê: “O presidente Lula não enfrentará um quadro de desastre que possa destruir o apoio que hoje tem dos mais de 50% dos brasileiros que ganham menos de cinco salários mínimos (…). Eles devem apenas sentir a interrupção da melhora ocorrida nos últimos anos, não uma queda expressiva nos seu nível de vida.”O país crescerá os 4% antevistos pelo ministro Guido Mantega (Fazenda)? “Com a redução da demanda chinesa, os preços das commodities exportadas pelo Brasil voltaram ao nível de 2002, eliminando, dessa forma, os ganhos na nossa capacidade de importar. Este movimento é que obriga o Brasil a crescer novamente a taxas de 2,5 % ao ano”, afirma Mendonça de Barros.Na conversa abaixo, ele lembra que os economistas esperavam há tempos uma drástica desaceleração da economia mundial. A crise que chegou, diz, traz características que já tinham sido antevistas, mas também surpreende em muitos aspectos. Segue a entrevista:Há alguns anos, economistas falam do risco do “The Big One” na economia, aquela que seria realmente uma crise grave, com terríveis efeitos globais. Queria que o senhor caracterizasse a crise que se esperava então.Há muitos anos vivemos um grande desequilíbrio macroeconômico no mundo, representado pelo excesso de consumo privado nos EUA e de poupança em parte importante do mundo, principalmente na Ásia. Mais recentemente, durante a era Bush, o governo passou a incorrer também em grandes déficits fiscais. Em outras palavras: a taxa de poupança americana ficou ainda mais negativa, o que levou os EUA a ter déficits crescentes em seu comércio com o mundo exterior, como ensina qualquer livro-texto de economia.Como os EUA emitem a moeda internacional, que é o dólar, esse desequilíbrio se transformou em uma fonte de instabilidade cambial, com um processo continuado de desvalorização da moeda americana. Criou também uma situação de excessiva liquidez no sistema bancário mundial, provocando uma expansão desordenada do crédito em vários países do mundo, principalmente nos próprios EUA, à medida que os dólares exportados voltavam para Wall Street. Essa dinâmica atingiu um estagio gravíssimo nos últimos dois anos, com um aumento brutal da liquidez financeira.Um dos resultados deste processo de expansão do consumo americano foi o crescimento vigoroso de um grupo de economias emergentes – liderados pela China – por meio do comércio exterior e do investimento privado no setor industrial exportador. Os recursos gerados pelo crescimento de suas exportações passaram a ser reciclados para os EUA por intermédio de aplicações financeiras, fechando o ciclo de desequilíbrios e financiando o déficit externo americano. Vale dizer: governos como o chinês e os dos países exportadores de petróleo equilibravam a balança de pagamentos americana por intermédio da compra maciça de títulos emitidos por Washington.A correção desses desequilíbrios era uma questão de tempo e viria necessariamente por uma redução do consumo nos EUA e de um aumento da poupança privada – principalmente das famílias – da ordem de 7% a 10% do PIB. A esse movimento tectônico, os economistas passaram a chamar de “The Big One”, expressão tomada emprestada do grande terremoto que se espera na região de Los Angeles.Mas a crise parece não ter chegado por onde se esperava, não é? O que nela surpreende e o que já estava previsto?Os defensores da inevitabilidade do The Big One econômico acreditavam que ele seria provocado por uma recusa dos investidores internacionais em continuar a financiar os EUA e receber uma moeda – o dólar – em processo acelerado de perda de valor. Seria essa recusa a origem desse grande ajuste macro na maior economia do mundo.Mas The Big One teve seu início de forma diferente, com o colapso do sistema bancário americano em função do estouro da bolha imobiliária e da crise de confiança que se seguiu. E o resultado desse ajuste inesperado provocou uma valorização da moeda americana em relação às principais moedas do mundo, com exceção do iene japonês, movimento contrário ao das previsões.Mas o ponto central era que, em determinado momento, a dependência do consumidor do crédito ilimitado chegaria ao fim, o que resultaria numa redução brusca do consumo e numa situação de recessão profunda na maior economia do mundo. Essa parada brusca nos EUA teria reflexos imediatos no resto do mundo, levando a uma situação de recessão mundial. E isso está realmente acontecendo.A crise começou no mercado imobiliário, pegou os bancos, que financiavam a farra, e chegou às empresas. Ainda há espaço para surpresas?Até agora, vivemos os efeitos do terremoto financeiro iniciado com a realização de enormes prejuízos no sistema bancário americano e europeu e uma fuga generalizada para investimentos mais seguros, principalmente títulos públicos dos governos americano e europeus. Esse clima de pânico entre os investidores espalhados pelo mundo provocou um processo brutal de venda de títulos de crédito privado e de ações, gerando uma perda incalculável de riqueza financeira ao redor do mundo.Agora, vivemos os efeitos de um processo generalizado e profundo de queda da atividade econômica, com redução dos lucros das empresas, do emprego e do salário. O quarto trimestre deste ano deve apresentar números assustadores de crescimento, principalmente nos EUA. O PIB americano deve cair 4% em relação ao do mesmo período de 2007. Essa etapa é mais perigosa que a primeira, pois pode levar o mundo a uma situação de depressão sem paralelo nas últimas décadas.As medidas tomadas até agora, por exemplo, pelos países do G 20 foram inúteis?As ações mais vigorosas dos Bancos Centrais do G 20 podem ter estancado o pânico financeiro dos últimos meses, mas entramos agora em uma nova fase da crise em função doe risco real de depressão econômica. O único instrumento de ação conhecido para essa situação é a expansão vigorosa dos gastos públicos nos moldes do pensamento keynesiano tradicional. Mas não se sabe, com certeza, como realizar este movimento depois de décadas de desmontagem dos instrumentos públicos de ação sobre a economia privada. Para mim, essa é a grande fonte de incertezas que vivemos hoje e que vai marcar o inicio do mandato do presidente Obama.O senhor acredita que o presidente Lula, o Lírico da Marolinha, se deu conta do tamanho da crise?Nosso presidente já mostrou que tem uma intuição muito forte para identificar riscos para seu governo. Embora a crise só tenha chegado ao Brasil em outubro, as informações já disponíveis — e certamente de conhecimento de Lula — são suficientes para que ele se arrependa da imagem da marolinha. Basta ver a intensidade das ações do governo na tentativa de preservar o crédito bancário no Brasil. Não tenho dúvida de que Lula sabe hoje que a imagem inicial da marolinha foi um grande erro de comunicação. Ele está agora fazendo um movimento de opinião pública para preparar os brasileiros menos informados para uma realidade bem mais difícil. Para ele, será fundamental preservar o Natal e deixar que os dias piores na economia apareçam apenas depois da virada do ano. Minha intuição me diz, entretanto, que o governo não acordou ainda para a verdadeira dimensão das mudanças que vão ocorrer na economia brasileira em 2009. Isso vai acontecer depois de um período mais longo, talvez apenas na Quarta–Feira de Cinzas ….A crise pega a economia brasileira com os índices no pico. O senhor acredita que as medidas tomadas pelo governo federal, seguidas por outras de São Paulo e Minas, que tentam manter elevado o consumo, são uma boa resposta para a crise? Por quê?São medidas para amortecer no tempo os efeitos que estão chegando ao lado real da economia. Como já disse, o Natal está próximo, e o presidente já prometeu varias vezes que o brasileiro vai ter um período de festas muito favorável. É fundamental para a sua credibilidade que as empresas deixem para o inicio de 2009 o processo de ajustes — emprego e produção — que necessariamente vão ocorrer. Nesse sentido, eu diria que as medidas são eficientes e devem manter o bom momento para o consumidor por mais algum tempo. A massa salarial deve se estabilizar com os primeiros sinais de redução do emprego muito localizado em regiões como São Paulo.Mas, na sua opinião, o país cresce, em 2009, os 4% previstos por Guido Mantega?As medidas adotadas não vão impedir que o próximo ano seja muito menos brilhante do que o período 2006-2008. As previsões dos analistas apontam para um crescimento do PIB, em 2009, da ordem de 2,5%, sendo, que na primeira metade do ano, o número deve ser pouco inferior a 2% ao ano. Não se prevê nenhum desastre, mas apenas uma dinâmica menos brilhante.O crédito secou. Temos sinais claros de desaceleração, mas a crise ainda não chegou às classes C e D. Vai chegar?Inicialmente, a crise vai ser mais sentida nas classes de renda mais alta e na região Sudesete. A MB Consultores Econômicos prevê, para 2009, uma redução importante nos rendimentos do trabalho dos brasileiros com renda superior a 10 salários mínimos. Para os que ganham até cinco mínimos, a renda do trabalho deve ser igual à de 2008, sem crescimento.Esse cenário foi construído assumindo-se que a crise internacional não se aprofunde e que a economia americana já se mostre em recuperação no quarto trimestre do próximo ano. Nesse caso, o presidente Lula não enfrentará um quadro de desastre que possa destruir o apoio que hoje tem dos mais de 50% dos brasileiros que ganham menos de cinco salários mínimos. Os brasileiros de renda mais baixa devem apenas sentir a interrupção da melhora ocorrida nos últimos anos, não uma queda expressiva nos seu nível de vida. O efeito maior sobre esses brasileiros virá de uma menor disponibilidade de credito e, portanto, da capacidade de consumir bens industriais.Mas é importante ressaltar que esse cenário depende de uma recuperação da economia mundial ainda em 2009. Se isto não acontecer, poderemos ter uma situação bem menos confortável para o presidente Lula na segunda metade do próximo ano.Até quando a China resiste como uma espécie de esperança dos emergentes?O crescimento econômico chinês para 2009 é hoje um das questões mais importantes para o mundo emergente, principalmente para países exportadores de commodities, como é o Brasil. Foi a demanda chinesa a peça chave na melhora expressiva dos preços destes produtos entre 2002 e 2007, permitindo que o Brasil aumentasse o valor de suas exportações. Esse movimento permitiu que nossas importações tivessem um crescimento intenso ao longo do período 2006-2007. Foi essa maior disponibilidade de produtos importados que permitiu que se multiplicasse por dois a taxa de crescimento do PIB sem que voltasse a inflação do passado.Com a redução da demanda chinesa, os preços das commodities exportadas pelo Brasil voltaram ao nível de 2002, eliminando, dessa forma, os ganhos na nossa capacidade de importar. Este movimento é que obriga o Brasil a crescer novamente a taxas de 2,5 % ao ano.As melhores previsões para o crescimento chinês em 2009 apontam para uma redução expressiva, algo na faixa dos 7% ao ano. Mas a China terá, no próximo ano, uma liberdade maior que outras economias para acelerar seu crescimento por intermédio dos gastos do governo. Poderemos ter, já nos últimos meses de 2009, uma volta a taxas mais elevadas de crescimento econômico. Se isso acontecer, poderemos ter uma melhora nos preços das commodities e uma folga maior em nosso comercio exterior.Lula deverá, em 2009, fixar um olho no gato – a economia americana – e outro no peixe chinês.

Raquel Almeida Ramos
South America Treasury
AngloGold Ashanti
RAramos@anglogoldashanti.com.br

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Dia de Ação de Graças

Novembro, 28

O Dia de Ação de Graças é um feriado celebrado nos Estados Unidos e no Canadá, observado como um dia de gratidão, geralmente a Deus, pelos bons acontecimentos ocorridos durante o ano.
Os primeiros Dias de Ação de Graças na Nova Inglaterra eram festivais em agradecimento às boas colheitas anuais.
Em 1863, o então presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln, declarou que a quarta e quinta-feira da terceira semana do mês de novembro seria o dia nacional de Ação de Graças.
No Brasil, o presidente Gaspar Dutra instituiu o Dia Nacional de Ação de Graças, em agosto de 1949, por sugestão do embaixador Joaquim Nabuco, entusiasmado com as comemorações que vira em 1909, na Catedral de São Patrício, quando embaixador em Washington. Estabeleceu-se que a comemoração de Ação de Graças se daria na quarta quinta-feira de novembro. Esta data é comemorada por muitas famílias de origem americana, igrejas cristãs, universidades confessionais metodistas e cursos de inglês.
O Dia de Ação de Graças pode ser comemorado por praticamente todo mundo. Ele não está ligado a uma religião específica e as pessoas podem celebrá-lo da maneira como quiserem. As únicas tradições essenciais são fazer uma refeição com amigos ou com a família e agradecer pelo que se tem. No mundo dos feriados, o Dia de Ação de Graças é o mais simples e puro possível.
Já que importamos tantos costumes da cultura americana, porque não optarmos por comemorar o Dia da Gratidão? Porque não reunimos a família, os amigos para agradecer nossas conquistas?
Já agradeceu hoje?

Somos um Equipe

A Ratoeira

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote.
Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos

– Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!

A galinha, disse:
– Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me incomoda.

O rato foi até o porco e lhe disse:
-Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
-Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar.
Fique tranquilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.

O rato dirigiu-se então à vaca. Ela lhe disse:
– O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!

Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.

Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia caído na ratoeira.
No escuro, ela não viu que a ratoeira havia prendido a cauda de uma cobra venenosa.
E a cobra picou a mulher…
O fazendo a levou imediatamente ao hospital.
Ela voltou com febre.

Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.O fazendeiro pegou seu cutelo (facão) e foi providenciar o ingrediente principal.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco.

A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral.
O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém esta diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que, onde há uma ratoeira, todos nós corremos risco.

“O problema de um, é problema de todos nós quando somos uma equipe”.

História usada na MERCER HUMAN RESOURCES (a maior do mundo na área de RH) em reuniões sobre “Trabalho em Equpe”.

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