Bijouterias – Para Brilhar

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As histórias de seis mulheres que abusam de acessórios viraram documentário e fonte de inspiração para a coleção Incomuns da Mary Design. Todas se expressam por meio do uso de anéis, brincos e colares

Márcia Maria Cruz
Publicação: 19/05/2013 


As histórias de seis mulheres que abusam de acessórios viraram documentário e fonte de inspiração para a coleção Incomuns da Mary Design.
Coco Chanel dizia que menos é mais quando o assunto é elegância. A estilista francesa, que é um mito no mundo fashion, certamente abriria exceção para a história da gerente comercial Lena Fraga, a artista plástica Agnes Farkasvolgyi, a consultora de moda Ana Amélia Borborema, a gari Margareth da Silva, a maquiadora Julina Rabelo e a assessora de imprensa Ângela Azevedo. As cinco mulheres encontraram nos acessórios a principal forma de expressão e não temem em usar e abusar de brincos, colares e até piercings para dizerem ao mundo a que vieram. As histórias de vida delas serviram de inspiração para Mary Design criar a coleção Incomuns. A memória da jornalista Many Catão, que ficou conhecida pelo uso de vestes orientais e também de acessórios, guiaram a criação.

O processo para elaboração foi diferente, pois Mary teve longas conversas com cada uma para saber o que as motivavam usar tantos acessórios. O resultado foi o documentário Incomuns, com cinco episódios, em que as mulheres falam de diferentes fases da vida e como os acessórios foram importantes para a construção de suas identidades. O documentário será lançado na terça-feira, às 20h, na casa de artes Spetáculo. Os vídeos com três a cinco minutos serão colocados na internet também. “São pessoas incríveis. A forma como usam acessórios é muito ousada, de certa forma over. É como se fosse uma caracterização”, diz Mary.

Muitas mulheres usam acessórios, mas Mary escolheu as que tivessem atitude, um comportamento proativo com a vida. “Não tinha intenção de analisá-las.” Mas ao falar da escolha de acessórios, as cinco despiram-se dos próprios sentimentos e apresentaram questões sobre a infância, o que é ser mulher, a relação com a sociedade, criatividade e muitos outros temas.

Elas não seguem as tendências de moda, embora tenham a preocupação estética como guia em suas escolhas. “Elas têm uma marca, de certa forma uma bandeira. Todas questionam a moda, a ideia de que a mulher tem que ser magra e linda como as modelos de passarela.” Mary lembra que o fato de as mulheres estarem acima do peso ou de ser mais velhas não as impede de se enfeitar. Mesmo sendo o objetivo dos vídeos possibilitar que as entrevistadas falassem de suas histórias pessoais, elas tocam na discussão sobre estereótipos de beleza.

Frente à globalização do mercado, com a invasão de produtos chineses também na área de bijuterias, o encontro com as seis mulheres também representou um encontro de Mary com o que ela pode apresentar de diferencial em sua criação. Ao invés de trabalhar com a ideia de maxicolares, presente em muitas coleções, ela quis trazer a ideia de maximulheres.

Apesar de serem diferentes, as seis mulheres gostam da cor pink, óculos imensos e têm fascínio por sapatos. Ana Amélia não se sentia aceita no grupo do qual fazia parte por causa dos cabelos cacheados. “De certa forma, ser incomum não é fácil”, diz Mary. Mas ela resolveu assumir a textura do cabelo, o que ganhou força com o uso de acessórios. Ela é apaixonada por colares, grandes de preferência. Lena, por exemplo, tem mais de 300 pares. Margareth ostenta centenas de piercings em todo o corpo, inclusive no rosto. Atualmente, ela trabalha na limpeza do Parque Municipal e chama a atenção de quem passa pelas alamedas na área central. “Eu queria que o mundo conhecesse essas mulheres.”

Lena adorou a proposta. “Quando comecei meu depoimento, cada vez mais aumentava minha vontade de falar. Sempre que trombo com uma mulher incomum, vejo nela alguém de fibra, perseverante e de personalidade.” Lena lembra que muitas pessoas quando estão tristes e deprimidas se anulam. No entanto, no seu caso, e das outras mulheres, os acessórios são como uma injeção de ânimo. “Eles me jogam para cima. Podem ser artesanais ou industrializados. São como amuletos. Quando estou arrumada sem acessório, sou uma Lena. Quando o coloco, incorporo uma caracterização”, diz. Ela os usa até poucos minutos antes de dormir. “Tenho que estar com anel e colares. Detesto coisas básicas.” No vídeo, Lena relembra quando fez o primeiro colar ao reaproveitar tampas de refrigerante quando brincava com o irmão, o estilista Ronaldo Fraga. “Meu primeiro colar me fez um bem. Criar é algo de família.”

Fonte: Estado de Minas – Caderno Feminino & Masculino

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