COOPERMODA 4 ANOS

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COOPERMODA 4 ANOS

Amigos da Moda,

A história da Coopermoda é felizmente uma história de sucesso!

Somos orgulhosos de nossa equipe, constituída por pessoas que cresceram juntas compartilhando crises e vitórias!

Esperamos para a obtenção dos resultados desejados, que cada um que colaboram conosco tenham:

– Disponibilidade para o trabalho;

– Espírito de integração;

– Responsabilidade e

– Compromisso.

Sabemos que o crescimento depende da disposição e coragem em assumir riscos e experimentar coisas novas.

Acontecimentos como a descoberta do pré-sal, a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, poderão mudar o Brasil para sempre!

Estamos vivendo uma oportunidade única para mostrar ao mundo nossa alegria, beleza e talento.

Cremos que sucesso e desenvolvimento, dependem do engajamento espontâneo de entidades, órgãos e parceiros do nosso setor.

Contamos com vocês!

Equipe Coopermoda

Ângela Sampaio – Presidente

DIFERENCIAL DE MODA

Uma marca sólida de Belo Horizonte é o ”Diferencial de Moda”.
O exemplo da Bombril, Hering, Topper, Lupo, marcas que consolidadas no mercado, enfrentaram dificuldades desde brigas entre sócios, fraudes financeiras, desvios de dinheiro, às crises internacionais, às sucessivas transformações do mercado, firmaram-se e já mostram sinais palpáveis de que uma crise pode estar se revertendo.
Uma marca pode ser decisiva para a longevidade de um negócio, a exemplo do que se passa em algumas das empresas mais antigas do mundo, entre elas Faber-Castel, Nokia.
A empresa Hering percebendo a decadência da marca vista como ultrapassada, atacada de um lado por roupas chinesas baratas e de outro por marcas globais, como a Zara, perdeu mercado até iniciar uma radical transformação. Hoje além das ações de marketing, desenvolvem 6 coleções por ano.
A Topper desenvolveu produtos para o público feminino além, de outros itens esportivos.
A marca Havaianas, considerada “simplesinha”, está estampada num produto brasileiro de sucesso internacional! Eram vistas como o avesso da sofisticação. Hoje já chega a oitenta países. Um dos pontos cruciais foi o investimento nas ações de marketing, na multiplicação e variedade das sandálias, e às vendas no exterior.
É com esse objetivo que se investe em marketing, para dar novos ares à marca e iniciar um processo de repaginação e reformulação do negócio.
A consolidação de uma marca é um desafio dos mais complicados para uma empresa. Não basta que ela esteja vinculada a um bom produto. Precisa se posicionar no mercado!
Amostra inspirada – matéria da revista Veja nº 33

COMO VENDER MAIS

Apesar de não haver receita para enfrentar a crise, varejistas dos mais diversos segmentos – entre eles o de calçados e acessórios – procuram saídas para contornar a crescente baixa nas vendas. Afinal, manter o interesse do consumidor em novos produtos, especialmente roupas e acessórios, não tem sido tarefa fácil nos últimos meses, quando os indicadores do setor apresentaram quedas até mesmo em período tradicionalmente aquecidos.
Para a executiva Silvana Goulart, vice-presidente de Capacitação da ADVB (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil) e especialista em marketing, a solução imediata é uma só: investir no ponto-de-venda. “Nada de equipes de vendas mal qualificadas, vitrines escuras e produtos mal expostos. Chegou a vez de quem tem criatividade e vontade de atender e vender”, frisa.
Entrevista: Silvana Goulart, da ADVB

Minas Trend Preview

O Minas Trend Preview coleção primavera-verão 2009/2010, se consolidou no calendário nacional de moda e negócios. Recebeu na sua 4ª edição 8 mil visitantes e cresceu 20% nos negócios realizados. O lançamento do evento foi realizado no Expominas, teve como anfitrião o convidado da Fiemg para a abertura, o estilista Ronaldo Fraga que criou o cenário da abertura homenageando o Ano da França no Brasil.
O Evento alcançou resultados significativos, confirmando a vocação do Estado para o negócio de moda. Os 166 expositores de vários segmentos como confecções, sapatos, bolsas e acessórios, mostraram seu trabalho confirmando a estratégia de antecipar tendências e gerar oportunidades de negócios. Prestigiado por lojistas de vários Estados do Brasil e 20 compradores internacionais da Espanha, França, Índia, Japão, Inglaterra, entre outros, que circularam entre desfiles, palestras, estandes e o Salão de Negócios.
O Minas Trend Preview proporcionou contato com novos clientes, divulgando marcas mineiras, primando assim, com a cultura de moda em nosso país.
Mais leveza para a próxima temporada que resgata o conceito “slow down” e descarta o “urgente”.

Nova Parceria

Nova estaçao, Lindos dias e otimos negócios esperam por nós!
Embalados pelo ritmo acelerado das coleções, uma novissima parceria esta surgindo: Heloisa Urbano (Oficina da Moda) e Alexia Campos (Squadro) correm contra o tempo para lançar em julho sua nova etiqueta, em tamanhos especialissimos!

Estamos contando os dias!

Heloisa Jardim
Coopermoda

Estudo revela: Mulheres Gastam mais na TPM

As mulheres tendem a fazer compras extravagantes e por impulso dez dias antes da menstruação, segundo um estudo realizado na Grã-Bretanha. A pesquisa da Universidade de Hertfordshire mostra que neste período do ciclo menstrual, as consumidoras do gênero feminino têm menos controle sobre seus gastos. Segundo Karen Pine, a principal autora do estudo, esse comportamento pode ser uma maneira de lidar com as emoções negativas geradas pela tensão pré-menstrual (TPM). A informação é destaque no site de notícias da BBC.
“Quanto mais perto da menstruação, maior a tendência das mulheres em gastar mais do que podem”, disse a cientista. A equipe de Pine entrevistou 443 mulheres com idades entre 18 e 50 anos sobre seus hábitos de compras. Quase 60% de 153 voluntárias que estavam na última fase do ciclo menstrual admitiram ter feito uma compra por impulso. Mais da metade delas disse ter gasto mais de 25 libras, enquanto algumas assumiram uma despesa de mais de 250 libras. Muitas também confessaram ter sentido remorso.
Os pesquisadores descobriram também que a maioria dos itens consumidos neste período era para enfeite, como joias, maquiagem e sapatos de salto alto.”O comportamento de comprar tende a ser a uma reação às intensas emoções que afloram na fase lútea”, explicou Pine. “As mulheres se sentem deprimidas ou estressadas, e tendem a ir às compras para se sentir melhor.
“Segundo a estudiosa, essas emoções surgem por causa das variações hormonais durante o ciclo menstrual. “As mulheres sofrem picos e flutuações em hormônios que afetam a parte do cérebro ligada às emoções e ao controle inibitório”, afirmou Pine. A cientista vai apresentar o estudo em uma conferência da Sociedade Britânica de Psicologia nesta semana. Estudos anteriores já haviam mostrado que as mulheres tendem a se vestir melhor durante o período fértil
barbie10

Voce viu?

So dá ela

Galeria Lafayette, em paris, tem mostra em homenagem aos 50 anos da Barbie, que veste criações de estilistas como Jean-paul Gaultier e Christian lacroix
Fonte: Folha de São Paulo (07/04/2009)

Viagem pelo Design

A boa fase do design feito no Brasil pode ser comprovada na mostra “Design Brasileiro Hoje: Fronteiras”, com curadoria de Adélia Borges, que exibe a partir de hoje no MAM-SP (Museu de Arte Moderna de São Paulo) a produção de 95 nomes da área.

Em um espaço nobre – o MAM é um dos principais museus brasileiros -, são expostas diversas facetas do design nacional: da cotidiana sapatilha Melissa dos megabadalados irmãos Campana (que ganharão mostra no Museu de Design de Vitra, um dos mais importantes da área, em maio) ao veterano Sergio rodrigues, 81, que apresenta a poltrona “Diz”, considerada por Borges “uma verdadeira obra-prima”.

E a mostra não deixa de fazer suas apostas em nomes emergentes, reunindo trabalhos de profissionais com idade média de 30 anos, como o mineiro Eduardo Recife, que tem exibido pôsteres de tipografia, e o estúdio paulistano Lobo, que terá projetadas em TVs as aberturas das minisséries “A Pedra do Reino” e “Capitu”, de Luiz Fernando Carvalho.

“Quando comecei a trabalhar, nos anos 80, o Brasil era visto, como país periférico, ninguém dava a mínima”, diz Borges, 57. “Hoje, a geopolitica cultural do mundo mudou. Há um interesse enorme por nossa produção”, completa ela, que deve levar a mostra para museus na Europa e nos EUA.

-> Design Brasileiro Hoje: Fronteiras
Abertura: 07/04/2009 às 20h (convidados); de Terça a domingo, das 10h às 18h; até o dia
28/06/2009
Local: MAM-SP (Parque Ibirapuera, portão 3, 0/xx/11/5085-1300);livre
Valor: R$ 5,50; grátis (dom).

Fonte: Folha de São Paulo (07/04/2009)
Mario Gioia da Reportagem Local

Jum Nakao exibe luminária em mostra em Milão

Milão, um dos princípais centros de design no mundo, receberá em sua Semana de Design um representante brasileiro cujo trabalho passa pelos territórios da arte, da moda e da consciência ambiental.
O paulistano Jum Nakao, 42, que sacudiu o mundo fashion brasileiro com um desfile provocativo – “A costura do Invisível”, em 2004, em que as modelos rasgavam suas roupas de papel ao final da apresentação -, exibe sua luminária “Cocar” na mostra Zona Tortona, um dos diversos eventos de design na cidade italiana, entre os dia 22 e 27 de abril.
Fonte: Folha de São Paulo (07/04/2009)
saudade

Saudade ou retrocesso?

Vista como retrocesso por uns e lembrança afetiva por outros, “onda retrô” cria polêmica quanto aos seus prós e contras
JULIA GUIMARÃES

Na última edição do Oscar, a atriz Penelope Cruz foi considerada a mais bem vestida da noite por especialistas de moda. O vestido escolhido – um tomara-que-caia creme desenhado há 60 anos por Pierre Balmain – demonstra a força do vintage numa área que constantemente volta seus olhos para o passado: a moda.”Vejo nas passarelas uma busca muito grande por ícones de outras épocas. Acredito que essa busca seja uma maneira de trazer segurança ao trabalho, pois é mais fácil apostar no que já deu certo”, opina o stylist Rodrigo Cezário. Ele explica que alguns consultores de moda já veem a “onda retrô” como retrocesso. “Gosto de uma frase da Regina Guerreiro que diz: ‘os estilistas precisam parar de lembrar e começar a imaginar’. Na realidade, a gente está tentando encontrar uma cara do século XXI buscando referências no passado. Mas acho que só quando essas referências já se mostrarem suficientemente gastas é que poderá surgir algo novo.”Para Cezário, a tendência retrô não se refere necessariamente a uma crise de criatividade dos estilistas. “Eles estão até sabendo usá-la bem num momento de recessão.” A grande dificuldade, na sua opinião, está em conseguir criar algo realmente novo. “Enquanto a tecnologia avança e tudo torna-se cada vez mais rápido, por outro lado o excesso de informação e de coisas existentes dificultam a criatividade”, diz.Cezário conta que este ano o trabalho da estilista Coco Channel foi o eleito para ser revisitado.
Do bolachão à eletrônica

Na música, o culto ao passado pode ser traduzido tanto por uma vertente que valoriza o velho e bom bolachão (o disco de vinil) quanto por outra que já consegue garimpar raridades e criar releituras na recém-surgida música eletrônica.Fundado em 2003, o “Clube do LP” é uma congregação de amigos belo-horizontinos que se reúne mensalmente pelo amor de rodar velhos discos na vitrola.”Acho que as pessoas que se reúnem com a gente gostam mesmo é dessa lembrança saudosista. Mas têm muitos jovens que chegam lá interessados em curtir algo diferente”, avalia Ricardo Marques, membro-fundador do clube e que uma vez por mês toca alguns de seus 2.800 vinis na cervejaria Frei Tuck.Já na área da música eletrônica, o resgate retrô tem lugar certo: a festa Vintage, que acontece mensalmente na boate naSala. “O principal mote é a releitura dos sucessos que embalaram a pista da naSala desde nossa abertura, em 2000. Mas, além disso, brincamos com a decoração e a iluminação da casa e colocamos várias guloseimas que remetam à infância de nossos clientes”, conta Bruno Carneiro, proprietário da casa noturna. Mais do que tendência, Carneiro acredita que a mania retrô seja algo atemporal. “Revisitar coisas que nos deram prazer no passado é sempre uma zona de conforto e valoriza nossas experiências e lembranças, mas não é como um efeito de moda, que passará…”, opina. (JG)

fonte: Jornal Pampulha (04 a 10/04/2009)

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